A expansão do crédito

Porto Alegre, 25 de agosto de 2009 - A recuperação da economia brasileira já está fazendo os bancos reverem as suas projeções sobre operações de crédito.
O Itaú Unibanco, que previa um crescimento de 10% a 15% nas operações com pessoas físicas neste ano, informou que estas transações terão um crescimento de 12% a 18%, maior do que o estimado anteriormente. O Bradesco reduziu suas previsões, passando de um crescimento de 11% a 15% para 9% a 12%.

Sempre é bom lembrar o papel que tiveram os bancos públicos durante a crise. Foram eles os grandes responsáveis pela irrigação do mercado com crédito, quando as instituições privadas se encolheram. O Banco do Brasil foi o grande protagonista. Os bancos públicos fizeram a diferença na comparação do nosso País com os Estados Unidos e com os países europeus, que não possuíam ferramentas como essas para enfrentar a crise. É bom também destacar que foram os bancos públicos que puxaram as taxas de juro para baixo. Em junho, os juros médios nas instituições públicas foram 14,1 pontos percentuais inferiores aos das instituições privadas, considerando o crédito tanto para pessoas jurídicas, quanto para pessoas físicas.






   
     
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