|
A única chance de a reforma tributária ser aprovada será com o envolvimento de todos os governadores na negociação política com o Congresso Nacional. Isso só terá êxito se for liderado pelo presidente Lula. Essa é a percepção de Germano Rigotto, que, na última década, estudou à exaustão a matéria. Indicado por Lula para coordenar, no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, a reforma tributária, o ex-governador está cético. Critica a lentidão da comissão especial da Câmara que, até agora, não concluiu seu trabalho.
Reforma 2 No primeiro mandato de Lula, Germano Rigotto estava no Palácio Piratini e subiu a rampa do Congresso com Lula e todos os governadores, levando a proposta de reforma tributária. O gesto político não teve resultado.
Reforma 3 O ceticismo do ex-governador se explica porque a comissão especial fará seu trabalho depois das eleições. Por se tratar de emenda constitucional, serão necessários dois turnos na Câmara e outro tanto no Senado.
Veículo: Zero Hora - Porto Alegre Seção: Brasília - Ana Amélia Lemos Data: 30.08.2008 Estado: RS
|